A Recepção do Teatro de Schiller em Portugal no Século XIX

“A Recepção do Teatro de Schiller em Portugal no Século XIX” I – O Drama “Die Rauber” Maria Manuela Gouveia

10,00 
Vista Rápida
Adicionar

A Última Bobina / Eu não / Cadeira de Embalar

Beckett (1906-1989) é incontornável, como Brecht. Nas peças aqui editadas pode ler-se como se filia num tipo de absurdo mais realista que outros realismos. Influenciado por James Joyce, de quem foi secretário, viveu a maior parte da sua vida em Paris. Em Dublin estudou no Trinity College. De formação protestante e conhecedor de latim, torna-se bilingue, escrevendo em francês e inglês, traduzindo as suas peças numa e noutra língua, recriando-as. Membro da Resistência, o seu teatro inventa, no palco convencional, uma cena que testemunha a vida a partir do seu fim. O seu teatro, testamentário, imobiliza as suas figuras num dispositivo que armadilha o jogo do actor, é de uma imobilidade activa. Dele disse Pinter em 54 : “Ele é o escritor mais corajoso e implacável que aí anda e quanto mais me esfrega o nariz na merda mais reconhecido lhe fico.” Foi prémio Nobel, em 1969.

Estas peças foram encenadas pelo Teatro da Rainha: A última bobina, em 2002, no sótão do Museu da Ciência e da Técnica em Coimbra; Eu não e Cadeira de embalar, como parte do espectáculo Dramatículos 2, em finais de 2015.

Traduções de Isabel Lopes a partir das versões francesas do autor.

12,00 
Vista Rápida
Adicionar

Antes que a Noite Venha

“Antes que a Noite Venha” Eduarda Dionísio Cotovia – Teatro Nacional D. Maria II, 1992, 66 págs.

5,00 
Vista Rápida
Ler mais

AS MAMAS DE TIRÉSIAS

«”As Mamas [deTirésias”] não têm lugar à parte na obra de Apollinaire. […] O poeta é subtil a fingir que toma a sua flauta-de-pã por uma gaita popular. Até a rima é risível, reduzida a uma intenção cénica. Trata-se do teatro, do teatro desta época. Divertir-nos é o único propósito do dramaturgo, um criador de ilusões que não quer ver-nos desesperados: a vida basta para nos aborrecer, o pessimismo deixa de ser deste tempo.Mas não separa o teatro da vida. O tema é de hoje: não se trata, afinal, de uma peça escrita para nós? Põe em evidência a lição da guerra e moraliza de uma forma idêntica à que utiliza para rimar: divertindo-nos. “As Mamas” liberta-nos, enfim, do teatro de bulevar… Se o cinema já nos tinha dado Charlie Chaplin (e não será “As Mamas” o que ele costuma interpretar?) Apollinaire deu-nos Tirésias. […]
«Os cenários de Serge Ferat evocavam, sem tornar precisos, Zanzibar e Paris no quadro fantástico de casas que procuram o infinito. Uma moralidade musical acrescentou alguma tristeza aos revólveres muito divertidos, ao acordeão, à gaita de foles e à louça partida. Max Jacob e Paul Morisse deram força aos coros, como se eles fossem anjos perdidos no meio dos homens. E a sala, em peso, emprestou à peça a música dos seus sentimentos.
«Não estava lá ninguém que soubesse dar a esta manifestação o seu verdadeiro sentido, e pintores houve (alguns, ingratos, desataram mesmo a rir-se) que julgaram seu dever protestar. Nem Matisse, nem Derain, nem Picasso, nem Braque, nem Léger lá estiveram. “As Mamas foi comparado a “Ubu Roi” e a “Parade”. Mas não tiveram razão: eles é que deviam ser comparados às “Mamas de Tirésias”.
«Vou recordar-me sempre desta tarde de 24 de Junho de 1917 (a data da estreia da peça) como uma jovialidade única que me permite o presságio de um futuro para um teatro liberto da preocupação de filosofar.»
Louis Aragon (cit. por Aníbal Fernandes, in Apresentação)

14,00 
Vista Rápida
Adicionar

Auto da Compadecida

“Auto da Compadecida” Ariano Suassuna Agir, 1971, 203 págs.

10,00 
Vista Rápida
Adicionar

Brecht – A Estética do Teatro

Brecht – A Estética do Teatro

Edições Graal, 1992, 382 págs. B.

Passados os anos, no entanto, vemos que Brecht, retratando as contradições, as lutas e a opressão de seu tempo, e buscando o que se ocultava por trás dos terríveis acontecimentos cotidianos, não perdeu a actualidade.

 

 

20,00 
Vista Rápida
Adicionar

Corpo-Delito Na Sala de Espelhos

“Corpo-Delito Na Sala de Espelhos ”

Moraes Editores, 1980, 158 págs. B.

1ª Edição 

Ilustrado com fotografias de cena por Eduardo Gageiro

Prefácio de Eduardo Lourenço

 

 

 

 

 

 

 

25,00 
Vista Rápida
Adicionar

Harold Pinter ou Le Double Jeu Du Langage

“Harold Pinter ou Le Double Jeu Du Langage” Martin Esslin Traduit de l’anglais par Françoise Vernan Buchet/Chastel, 1972, 266 págs.

10,00 
Vista Rápida
Adicionar

Ilusão e Prática Teatral

“Ilusão e Prática Teatral” Exposição organizada pela Fundação Giorgio Cini Centro de Cultura e Civilização – Instituto de Letras, Música

15,00 
Vista Rápida
Adicionar

Ionesco

“Ionesco” Giovanni Lista Henri Veyrier, 1989, 219 págs. Ilustrado

25,00 
Vista Rápida
Adicionar

Iphigenia/Phaedra/Athaliah

“Iphigenia/Phaedra/Athaliah” Jean Racine Penguin Classics, 1970, 317 págs.

5,00 
Vista Rápida
Adicionar

Jorge de Sena Uma Ideia de Teatro

“Jorge de Sena Uma Ideia de Teatro (1938-71)” Eugénia Vasques Edições Cosmos, 1998, 350 págs.

10,00 
Vista Rápida
Adicionar

Júlio César

“Júlio César” Shakespeare Tradução do Dr. Domingos Ramos Livraria Chardron – Lelo & Irmão, 1928, 187 págs.E.

10,00 
Vista Rápida
Adicionar

Kenneth Tynan

“Kenneth Tynan” Edited by Kathleen Tynan London, 1994, 669 págs.

15,00 
Vista Rápida
Adicionar

Look Back in Anger

“Look Back in Anger” John Osborne A Selection of Critical Essays Edited by John Russell Taylor 1968, 206 págs.

5,00 
Vista Rápida
Adicionar