PENÉLOPE ESTÁ DE PARTIDA

Penélope Está de Partida
de José Gardeazabal

Penélope Está de Partida é uma antologia de poemas especial, pela temática e carácter inovador, tocando o clássico com uma atitude contemporânea muito marcante.
14,00 
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Persianas

“Persianas” 

Tinta da China, 2016, 196 págs. B.

«Colocado voluntariamente à margem do mundo editorial, Miguel‑Manso é um caso singular na literatura portuguesa contemporânea. […]
Uma escrita atentíssima à pulsação caótica do mundo, pródiga em ‘entusiasmos verbais’, em ‘proezas de linguagem’, e com uma certa queda para as palavras raras.»
— José Mário Silva, Expresso

«Persianas é um jogo de Tetris onde as palavras encaixam em surpresas sintácticas, arcaísmos, gracejos, piruetas, apóstrofes e auto‑ironias. Joga‑se a questão da casa, da ‘insignificação’ do quotidiano e da domesticidade, do silêncio das coisas: vasos, gira‑discos, sofás, cortinados, telefonias, bules, móveis do Ikea, aquários, termostatos, cinzeiros, lâmpadas, cómodas, guarda‑fatos, frigoríficos. Essa ausência de enredo identifica o instante com a eternidade; desvenda pormenores esquecidos, enigmas cósmicos, formas efémeras; e convida a uma aceitação quase‑adulta, em volta de roseiras e pomares, de gatos, dos amigos e da amada. Joga‑se depois com uma ideia de arqueologia humana, de antiguidade do presente, ou de um passado presentificado em clarões, com clamores estivais e odes familiares. E joga‑se ainda o diálogo com as artes plásticas, que Manso estudou brevemente, e que vigiou literalmente, trabalhando em museus. Acontece assim o jogo dos encontros: com Júlio Pomar ou João Miguel Fernandes Jorge, com o livro Pictures from Brueghel, de William Carlos Williams, com a Bíblia ou o Tarô. E com o entusiasmo jazzístico de Matisse.»
— Pedro Mexia

15,00 
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POEMA DE AMOR E ÓDIO

POEMA DE AMOR E ÓDIO
Vitor Silva Tavares

desenho do autor na capa // tiragem única de 250 exemplares //
paginação e grafismo de Paulo da Costa Domingos

16,00 
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Poemas Fracturados

“Poemas Fracturados”

Guimarães Editores, colecção poesia e verdade, 1967, 54 págs. B.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

20,00 
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POEMAS TARDIOS

POEMAS TARDIOS
Henrique Segurado

selecção e nota introdutória de Manuel de Freitas

fotografias de Henrique Pavão e arranjo gráfico de Pedro Santos

15,00 
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POESIA

Poesia
de António Maria Lisboa

«Desaparecido em plena juventude, António Maria Lisboa deixou uma obra escassa mas nem por isso menos fulgurante. Preocupado com uma verdadeira aproximação às culturas exteriores à tão celebrada civilização ocidental, há na sua poesia uma busca incessante de um futuro tão antigo como o passado. Pode, e decerto deve, ser considerado o mais importante poeta surrealista português, pela densidade da sua afirmação e na “direcção desconhecida” para que aponta.»

Assim nos é apresentado o jovem poeta pelo amigo e companheiro surrealista Mário Cesariny, organizador deste volume de toda a produção de António Maria Lisboa.

16,60 
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Poesia – Fernando Lemos

Quando Breton define a práctica do Surrealismo fá-lo enquanto modo de auscultação terapêutica, estudo acerca da amplitude da mente e das emoções, como forma de procurar uma verdade menos comum e impossível de padronizar. Importava observar a improvável cabeça humana no sem-limite da imaginação e do sentimento.
Fernando Lemos é um dos exemplos esplendorosos da estetização de algo que começa por ser uma estratégia psiquiátrica e se faz arte, corrente artística e de implicações ideológicas ou filosóficas. A sua intervenção é absoluta, deitando mão de valências díspares, como a fotografia, a pintura ou a poesia, para consumar o que era o propósito de Breton: entender que há uma liberdade interna que o indivíduo tende a desconhecer, tende a não exercer. Uma Liberdade que não se inibe perante a loucura, não se inibe perante a sanidade.

A arte de Fernando Lemos é uma ansiedade intensa pelo exercício da Liberdade. Atravessando ditaduras, a portuguesa e a brasileira, sempre junto ao sonho de contribuir para países melhores e pessoas potenciadas, Lemos é um artista completo, e a poesia que agora reeditamos mostra-o assim: preocupado, provocador, humorizado, frontal, desconcertante, imprevisível, visual.
Obrigatoriamente na História do Surrealismo mundial, o poeta é testemunha da normalização do anormal, depositando na arte algo que lhe será sempre maior: a humanidade enquanto oportunidade de certo absoluto. Como o que foi guardado apenas para os deuses. Um olhar para dentro de todos os mistérios.

Valter Hugo Mãe

19,00 
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Poesia – Mário Cesariny

Livro que pela primeira vez reúne a obra poética de Mário Cesariny, organizado e prefaciado por Perfecto E. Cuadrado. Nesta edição estão incluídos os livros Manual de Prestidigitação, Primavera Autónoma das Estradas, Pena Capital, Nobilíssima Visão, A Cidade Queimada, O Virgem Negra e ainda «Outros poemas», conjunto de textos retirados dos livros pelo autor.

«Há uma década já que o navio-mário largou o cais para se aventurar no nevoeiro à procura do mistério da pirâmide, depois de ter bebido das águas daquele lugar tenebroso e cantante onde se juntam todas as nascentes. Mário foi, antes de mais, um homem livre e luminoso que cada dia inaugurava o dia na noite da caverna e que soube encontrar mil tempos novos para o verbo amar.» (Perfecto E. Cuadrado, no prefácio a esta edição)

44,00 
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POESIA (OBRAS COMPLETAS II)

Segundo volume das obras completas do génio do surrealismo português.

Este volume recolhe a poesia completa de Mário-Henrique Leiria, incluindo diversos textos inéditos e outros nunca antes compilados em livro.

A obra poética de Mário-Henrique Leiria é diversa e, como o próprio autor, experimentalista, cobrindo diversos estilos e tipos de poesia. Muitos dos textos são, autenticamente, contos em forma de poema.

A edição foi preparada pela Professora Tania Martuscelli (Universidade do Colorado/Boulder), a maior especialista na obra de Mário-Henrique Leiria, que recolheu todos os textos constantes do espólio do autor e em vários outros materiais dispersos.

Oferece-se pela primeira vez aos leitores portugueses de forma sistemática e coerente uma obra até agora dispersa e em boa parte indisponível.

24,90 
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POESIA INCOMPLETA

Poesia Incompleta é o primeiro dos livros da coleção Ventriloquia, da UMCOLETIVO e da Tigre de Papel, que pretende dar

15,00 
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Poesia Presente – Antologia

“Poesia Presente – Antologia”

Assírio & Alvim, 2014, 374 págs. B.

Prefácio José Tolentino Mendonça

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

15,00 
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Poesia Reunida

Poesia Reunida

Maria do Rosário Pedreira

«A poesia de Maria do Rosário Pedreira vem de saber tecer, à maneira de Penélope, uma imensa teia de gestos e referências, objectos e frases, sinais e afectos.»
Eduardo Prado Coelho, Público

«Uma bela colectânea de textos em que o amor ultrapassa a dimensão mais óbvia, servindo quase sempre como ponto de partida para um conhecimento do enigma que o move, nesse infinito labirinto de relações humanas a que só o amor pode conferir alguma hipótese de sentido.»
Fernando Pinto do Amaral, Público

«Três livros que, bastando embora para tornar a autora indispensável, nos mostram de imediato a sua raridade.»
Valter Hugo Mãe, Pnet Literatura

«Uma poesia muito forte, de uma sensibilidade à flor da pele, ao mesmo tempo misteriosa e quotidiana, numa visão bem feminina dos dias que passam.»
Maria Teresa Horta, Diário de Notícias

«É precisa muita coragem e ousadia para escrever um livro destes que, no entanto, se vai tornando, à medida que o lemos, um objecto deslumbrante, pelo que diz e pelo que é, na carne do seu verbo.»
Urbano Tavares Rodrigues, Jornal de Letras

“(…) Estamos perante uma visão do mundo de feição romântica, que concentra no amor a justificação da existência. É certo que o romantismo nunca deixou de influenciar a poesia portuguesa, e que os neo-confessionalismos recuperaram o tema do sofrimento passional, mas as poetas têm-se mostrado reticentes a esse discurso que o feminismo estigmatizou, acusando-o de idealizar a mulher ou mitificar o homem, tornando-os criaturas falsas, alienadas. Em autoras mais novas, o lirismo amoroso, mesmo quando é sugerido, vê-se logo ironizado ou sabotado. Nesse sentido, a poética de Maria do Rosário Pedreira parece deslocada no tempo, e assume todos os riscos «intempestivos» de um aparente confessionalismo sentimental.” (do Prefácio, de Pedro Mexia)
15,50 
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POETAS DE DANTE – VISITA AO INFERNO

Poetas de Dante – Visita ao Inferno

NO 700.º ANIVERSÁRIO DA MORTE DE DANTE ALIGHIERI, POEMAS ORIGINAIS DE 34 POETAS PORTUGUESES DIALOGAM COM OS CANTOS DO «INFERNO» com coordenação de ALBERTO MANGUEL e posfácio de ANTÓNIO MEGA FERREIRA

«Pedimos aos poetas que ecoassem ou respondessem aos versos de Dante na linguagem do nosso tempo, no seu estilo e com o seu entendimento da história de Dante. Como é óbvio, não podiam reproduzir-se as circunstâncias da criação da Divina Comédia: os primeiros anos de Dante, a sua educação poética, a experiência como soldado e diplomata, o infame exílio. Mas talvez um poeta, mesmo quando separado de Dante por um abismo de sete séculos, possa responder-lhe aos versos, a partir do seu lugar e do seu tempo. […] Não me ocorre melhor maneira de prestar homenagem ao que é talvez o maior poema jamais escrito.» Alberto Manguel

19,90 
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Portugal Alcatifado – Canções Anormais

“Portugal Alcatifado – Canções Anormais” 

&etc, 2012, 135 págs. B.

 

 

 

 

 

 

15,00 
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