145 POEMAS

Kaváfis é um dos criadores mais originais e sofisticados da poesia europeia, tendo influenciado várias gerações de autores, um pouco por todo o mundo. A tradução de Manuel Resende, feita a partir do grego, é um dos trabalhos mais impressionantes deste notável poeta e tradutor.

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33 Poesias

33 Poesias
Vladimir Maiakovski
Tradução, prefácio e notas de Adolfo Luxúria Canibal
Colecção Inútll
Edição Snob

12,00 
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A Arte do Silêncio, À Luz de Daniel Faria, Paul Celan, e Holderlin

«Neste livro há três poetas que se escutaram entre si através de outra voz, os poemas deles conviveram entre si, ouviram-se e falaram e calaram-se. Os três poetas já não estão entre nós há muitos anos (20 desde a sua passagem, Daniel Faria; 100 desde o seu nascimento, Paul Celan; 250 desde o nascimento de Hölderlin). Vivem os seus livros, o campo inovado e rasgado, as feridas abertas e nunca saradas, a paz por fim alcançada.»
Maria Teresa Dias Furtado

«Nessa permanente ambiguidade se situa a natureza sagrada e rigorosa do silêncio, aquela que o poeta pressente na amplidão de que todas as coisas se compõem e que ele procura inquirir no exercício da sua arte. O silêncio revela-se objeto e sujeito de uma relação com a vastidão e a eternidade de algo que a linguagem, na sua ritualização poética, pretende religar à sua própria transcendência enquanto sinal específico do humano.»
Francisco Saraiva Fino

13,50 
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A Árvore do Desaparecimento

«A arte de Jean Portante relembra a dos poetas barrocos, é um teatro de surpresas da linguagem, uma fusão alegre de imagens, de minúsculos enigmas e de hipérboles. Há qualquer coisa de inesperado, de flamejante, a estranheza do jogo de palavras, não excluindo nunca que os véus se rasguem, que o ser surja da aparência e deixe aparecer o verdadeiro rosto, a angústia de viver, o retomar da subida feliz para o lugar irradiante das origens familiares. É sobretudo a recordação do pai, o luto, na ligação com os motivos recorrentes como o da oliveira, a árvore-pai, a árvore do desaparecimento.»
Lionel Ray

14,90 
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A Balada do Velho Marinheiro

Longo poema em sete partes de Coleridge, dos mais lidos e estudados, é cuidadosamente traduzido por Alberto Pimenta em septassílabos, por vezes desdobrados em dois com uma pausa a separá-los. As notas laterais do autor constituem comentário compassado, segunda voz ao ritmo da primeira.

A tradução reinventa a cadência e a rima do poema, num respeito raro pela escrita poética numa língua tão diversa do português.

12,80 
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A BELEZA DO MARIDO

A beleza do marido
(um ensaio ficcional em 29 tangos)

Anne Carson

tradução:  Tatiana Faia

15,00 
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A MORTE É UMA FLOR

A Morte É Uma Flor
de Paul Celan

Tradução de João Barrento

“Talvez mais do que todos os que já conhecíamos, este último livro de Paul Celan (que ele, na ambiguidade do gesto de conservar os poemas, quis e não quis que fosse último) gravita à volta de um núcleo de sentido(s) que é o de sempre, mas de onde se destacam, com contornos mais nítidos, dois vectores maiores: a memória e o silêncio (poderíamos também dizer: a História e a Linguagem).”
[Do Posfácio de João Barrento]

17,50 
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A Pedra-Que-Mata

A Pedra-Que-Mata
Poesia Japonesa
tradução e antologia preparada por Luís Pignatelli

fixação de texto, introdução e notas por Zetho Cunha Gonçalves

11,00 
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A Perfeita Harmonia

Na introdução à anterior recolha de poemas celtas, intitulada O Grito do Gamo e relacionada com a fé e o sagrado, dizia-se que um dos traços essenciais desta poesia reside na “intimidade dos poetas com a natureza”. Tal afirmação encontra eloquente ilustração neste terceiro Gato Maltês inteiramente dedicado à Natureza. O primeiro volume desta trilogia dedicada à poesia celta tem por título O Imenso Adeus – Poemas Celtas do Amor.

 

As dezanove composições seleccionadas inserem-se num período que vai do século IX ao século XVII. Em todas elas é evidente o fascínio que a Natureza exerce nos poetas. Todavia, os poemas datados da Idade Média revestem-se de uma frescura simultaneamente ingénua e sábia que lhes confere uma singularidade claramente distintiva da poesia de temática semelhante produzida na mesma época pelas literaturas continentais.
José Domingos Morais, no prefácio a este livro

 

AO SOL Eu te saúdo, Sol das estações,
Na tua viagem pelos altos céus.
Rasto indelével no cimo dos montes,
Senhor amável de todas as estrelas.

Mergulhas sereno nas trevas do mar
Ninguém te toca e nada tu sofres.
Depois te levantas da calma das ondas
Como jovem príncipe coroado de rosas.”

6,00 
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Acho que Vou Morrer de Poesia

Antologia poética. Selecção e tradução de Miguel Filipe Mochila.

13,00 
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AFECTUOSAMENTE

Afectuosamente

Margaret Atwood

Afectuosamente é a primeira coletânea de poesia de Margaret Atwood em mais de uma década. A autora aborda temas como o amor, a perda, a passagem do tempo, a natureza – e zombies. A sua poesia tem uma tonalidade pessoal e introspetiva, e os temas que aborda são muito abrangentes. Poema após poema, dá largas à sua imaginação única e inflexível, com um olhar atento, cuidadoso e intuitivo sobre a vida.

Embora seja mais conhecida pelas suas obras de ficção – nomeadamente pelos romances A História de Uma Serva e Órix e Crex, entre outros -, Margaret Atwood é, desde o início da sua carreira, uma das mais importantes poetisas contemporâneas e uma das poucas escritoras igualmente talentosas na ficção e na poesia.

Esta coletânea será apreciada tanto pelos leitores dos seus romances quanto pelos leitores de poesia.

16,60 
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Antologia da Poesia Espanhola do Siglo de Oro

“Antologia da Poesia Espanhola do Siglo de Oro” Selecção e Tradução de José Bento. Obra em 2 Vols. Vol. I

40,00 
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Antologia Poética

Selecção, tradução, prólogo e notas de José Bento

Edição Bilingue

18,00 
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